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terça-feira, 24 de abril de 2012

Parte 6 - Black or White: Curta Metragem e os Panteras Negras

Black or White: Curta Metragem e os Panteras Negras

 



Uma aura que é difícil de descrever permeou os anos sessenta, era um "espírito" que era muito tangível e constituía um movimento que foi muito um desses saltos evolutivos que empurra a raça (humana) para a frente e ilumina uma cultura. Enquanto o salto é semelhante ao que estamos vivenciando agora, a sensação era de que era um pouco diferente, mais ousado e mais enfático, de alguma forma. E muito mais militante, com maior desobediência civil.

Havia uma janela de tempo que começou em 1966 e foi realmente chamada "O Espírito de 66." Aqueles que estavam terminando o colegial e faziam o  caminho deles para o mundo, em 1966,  não enfrentavam um futuro muito brilhante. Eles já tinham ficado traumatizados com o assassinato de seu presidente, John Fitzgerald Kennedy,  baleado em Dallas, em 1963; a guerra no Sudeste da Ásia estava em pleno andamento com um adicional de 8.000 soldados enviados aquele janeiro, para um total de meio milhão de soldados no Vietnã.

Diplomados do sexo masculino estavam enfrentando o golpe da notícia de que estavam sendo convocados com o envio posterior para a frente no Vietnã. Dois anos depois, essa geração teria de enfrentar mais um assassinato de Kennedy: Robert F. Kennedy e o assassinato de Martin Luther King. Os Beatles eram o mais quente grupo musical, junto com os Beach Boys e Rolling Stones. Simon e Garfunkel iria liberar uma canção hino em 1966 : "Sound of Silence", cuja letra é uma reminiscência, para mim, de um plano para a cenografia do Billie Jean, produzido mais tarde. Naquele mesmo ano, a China lançou a Revolução Cultural e começou a puragar os intelectuais, Ronald Reagan se tornou governador da Califórnia, o Muro de Berlim que ainda estava de pé viu 4 pessoas  passar por um túnel por baixo para escapar da Alemanha Oriental, e distúrbios raciais irromperam em Atlanta, em uma América ainda muito dividida e atormentada por tensões em relações raciais.




"Black Power" nasceu em 1966 e se tornou o grito de mantra e política dos norte-americanos negros que ficaram cansados e irritados por terem sido privados de seus direitos civis. E nesse mesmo período, o Partido dos Panteras Negras foi formado e, pela primeira vez,  pretos, pobres e desprivilegiados  da América urbana ganharam uma voz. Huey Newton e Bobby Seale fundaram o partido em Oakland, Califórnia, e sua mensagem “Poder para o Povo" ecooou em toda uma nação, inaugurando uma nova época, cujo tema era unir um povo agredido e confuso, em um tempo extremamente tumultuado. Tornou-se o movimento de reforma cultural mais poderoso desde a Revolução de 1776.

O Partido Pantera Negra foi a única organização na história da luta do povo negro contra a escravidão e a opressão nos Estados Unidos e foi o último grande impulso em direção à igualdade racial, justiça e liberdade. Foi considerado militante pelo governo e foi criticado e visto como tão ameaçador e controverso, que chefe do FBI, J. Edgar Hoover chamou de "a maior ameaça à segurança interna dos Estados Unidos".




Havia um "código" ou certos sinais que indicavam a solidariedade para o movimento  black power, o mais visível eram o punho fechado e o penteado "afro". O afro, popularizado no final dos anos sessenta aos anos setenta, foi considerado "hip" ou moda por negros e foi até mesmo adotado pelos brancos. Era mais do que uma declaração de moda, era uma declaração política e uma espécie de crachá que identificava o indivíduo como alguém simpático ao movimento em direção à integração e igualdade racial. O Jacksons Five adotou o penteado afro que marcou a sua solidariedade com o orgulho negro. O punho cerrado era um sinal para "Black Power" ou o poder ao povo. Ela poderia ser interpretada como solidariedade com a equidade racial, mas às vezes era visto como uma ameaça ou um insulto. Durante os Jogos Olímpicos de 1968, dois atletas vencedores de medalhas fizeram a saudação Black Power e foram expulsos dos jogos, ostracizados pelos colegas e criticados pela imprensa. A reação foi severa e imediata. Somente 40 anos depois, a coragem dos atletas, incluindo o colega brabco simpatizante deles, seria reconhecida e, eventualmente, reverenciad em um scultura.

Michael era um menino, naqueles dias, mas passou um tempo na companhia dos irmãos mais velhos que também foram imersos na batalha por igualdade racial, crescendo no meio dela. A corrente inconsciente naquele tempo foi realmente uma guerrilha urbana com o FBI fazendo de tudo para minar e desmantelar a organização dos Panteras Negras, que foi fundado sobre a filosofia de Malcolm X, um ministro muçulmano, que pregava o orgulho negro ea auto-confiança. O FBI começou a desmontar a festa e todas as organizações similares com assassinatos cirúrgicos, onde as casas de líderes proeminentes eram invadidas e os membros mortos a tiro por agentes. Em um caso, um rapaz de 17 anos, Bobby Hutton, foi morto por uma rajada de balas, quando ele correu para fora de sua casa com as mãos para cima, após sua casa ser incendiada. Há aqueles que narram a entrada de drogas ilegais nos bairros negros e atribem a sua propagação e os efeitos devastadores como obra do FBI e da CIA. Foi uma gerra urbana em sua forma mais feia e nínguém ficou imune. O stabilishment queria decapitar e desmembrar as estruturas de qualquer poder associados aos afro-americanos. A história desses anos não é bonita e é uma mancha no rosto da história da América. Muito do que foi removido do registro e minimizado, porque não há funcionários ou agentes da polícia que foram condenados e os tribunais dos Estados Unidos aparentemente tiraram férias para não fazer justiça aos membros do Partido dos Panteras Negras.



Simpatizantes se uniram, os líderes deixaram o país e a associação inchou por um tempo. O FBI é acusado de ter instituído uma campanha de propaganda para expulsar os líderes e desmantelar a estrutura de poder dos Panteras Negras. Eventualmente, sua decapitação foi bem sucedida e sem liderança, o partido diminuiu e morreu. O diretor do FBI, J. Edgar Hoove, era uma força a ser temida na América e os presidentes Johnson, Nixon e Reagan não eram amigáveis ​​ou de apoiavam a juventude. O “stabilishment” que era a geração madura, resolvida e pacífica, ficou estarrecido com os jovens que estavam cansados da aptia, complacência, e crenças puritanas dos mais velhos. Os jovens estavam prontos para a revolução. Michael Jackson "Black or White" foi um outdoor subliminar para esta a revolução.

A referência de Michael Jackson a pantera negra e a inclusão dela em "Black or White" não é acidental. Sua fusão com o animal não é apenas uma declaração de solidariedade, mas fundir-se com um animal de poder no caminho do xamã, amplia o poder do animal, o "espírito” dele e os e suas características. Xamã aprende a fundir-se com seus animais dançando o animal dentro dos ossos deles e isso é precisamente o que Michael Jackson faz neste vídeo – e ele dança a pantera, xamanicamente se funde com o gato, torna-se o felino e demonstra as características e o poder dele.

Xamã Michael assume as características "primitivas e animalescas" do animal e também mescla simultaneamente com o espírito do Partido Black. Genial! Ele encarna e demonstra a raiva silenciosa presa em muitos negros por em razão do que ocorreu como o movimento dos Panteras Negras e a deliberada e violenta malipulação do  movimento pelo governo.

Black or White foi lançado simultaneamente em todo o mundo, aparecendo em 27 países, para 500 milhões de telespectadores. Os espectadores adultos ficaram chocados e os últimos quatro minutos da dança da pantera foram censurados e cortados. Michael mais tarde viria a pedir desculpas e dar entrevistas dizendo que ele não tinha a intenção de incitar a violência. Ele explicaria tudo, incluindo o desafio intencional para o stabilishment e a atitude puritana dele sobre exposição sensualidade. Ele viria a acrescentar insultos raciais no vidro das janelas de automóveis e lojas para justificar a violência para uma audiência geral.


Michael executa passos autoeróticos de dança, aterriza em água, o que é arquetípica fala de sexualidade, e mostraria um sugestivo close-up de sua virilha e mão, e ele iria parar e deliberadamente, e cerimoniosamente, fechar a braguilha. Essa é uma mensagem direta de poder, sexualidade negra, procriação e black power. É uma declaração contra a caracterização de homens negros, um protesto contra a castração e linchamento de negros do sexo masculino, uma referência ao black power e aos panteras. Em um único gesto que ele disse tudo isso e ele se comunicava com a juventude em todo o mundo e para aqueles que poderiam decifrar o código em sua mensagem.


O indigesto, puritano e racista stablishment viria imediatamente atrás dele e declararia seu vídeo chocante, violento e inadequado e merecedore de censura. Por essa altura já era tarde demais. A mensagem tinha sido entregue ao redor do mundo para todos os cantos do globo. E as línguas estavam abanando. "Michael Jackson", "Black or White" estava na boca de todos, o mundo todo estava falando sobre isso, porque eles ficaram chocados, surpresos ou encantados. Ele diria mais tarde, em seu pedido de desculpas, que ele não quis ofender ninguém, ele apenas quis interpretar para o público, a natureza animal da pantera.

Eu não acredito nele.
Próximo: A Dança da Pantera

Nota da tradutora:
 *Stabilishment é a ordem política, social e econômica de um país, também é um grupo sociopolítico que exerce sua autoridade, controle ou influência, defendendo seus privilégios.
 

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Era Bad of Stage





















Parte 5 - Black or White: Perseguindo a Pantera


Black or White: Perseguição à Pantera


Michael Jackson foi o metamorfo consumado. Eu já disse isso antes, mas eu quero explicar o que se entende por isso. E eu quero falar a vocês sobre a mudança de forma a partir da perspectiva de um xamã.
Em muitas tradições nativas americanas, o médico, homem ou mulher, ou ancião da tribo que ocupa o cargo de sacerdote-curador-vidente é capaz de usar muitos tipos de medicina para os componentes – a tribo. Por exemplo, quando eu borro (um ritual de limpeza do espaço pela queima de Cedro, Sweetgrass, Sálvia ou outros ingredientes) que serve para "esfregar espiritualmente, as moléculas no espaço", ou limpar e abençoar o espaço, as pessoas nele e o espaço para cerimônia está sendo preparada. O verdadeiro corte e cedro seco são colocados em um concha-bacia e é acesa com um fósforo, enquanto a fumaça que flutua é usado para purificar pessoas e espaço, escovando as pessoas dentro do espaço com uma pena ou, no meu caso, utilizando uma asa de falcão.
Na Igreja Católica, o incensário (recipiente para queimar incenso) é um turíbulo: recipiente de metal em cadeias que os sacerdotes balançam um determinado número de vezes, dependendo do evento cerimonial, para abençoar e consagrar o espaço. Os povos nativos também usam contentores consagrados para este ritual de purificação, uma concha Abalone é um recipiente igualmente sagrado. Esta limpeza de espaços é remédio para a alma.

Os ingredientes – de sálvia ou de cedro ou capim-doce ou incenso também são considerados medicina. As pessoas nativas usavam muitas coisas do mundo natural como medicamentos: plantas, árvores, animais e partes de animais. Você vai ver muitas vezes os xamãs e indígenas de muitas tradições vestindo uma máscara ou um cocar que representa algum tipo de animal. Quando o xamã ou participante invocar o medicamento ou o poder de um determinado animal, esse animal é, então, considerado o seu animal de poder ou totem. Os seres humanos têm, desde os tempos antigos, admirado, invocado e incorporado as características dos animais em rituais, ritos sagrados e culturas. Muitos povos de todo o mundo têm usado características ou a imagem de animais para cerimônias e para a vida. Um símbolo animal bem conhecido e culturalmente icônico é a Cobra Egípcia, que pode ser vista no turbante da realeza.

Um dos animais mágicos bem conhecidos é o coiote. Coiote é considerado o esperto do reino animal, portanto quando se está lidando com a medicina Coiote nas vidas deles, as coisas não serão como parecem. Coiote é um grande professor, mas o medicamento de coiote vai virar sua vida de cabeça para baixo. Os povos nativos leem as paisagens e encontrou fortuitos com animais, como presságios ou prenuncia das coisas atuais ou as coisas que virão. Eles prestaram atenção ao que apareceu em seu caminho e se um animal apareceu, consideraram que é uma mensagem e "leem" as características desse animal. Diz-se que se um animal aparece três vezes em uma fileira, que é o seu animal de poder ou totem e você pode ter mais de um.
A pantera é encontrada em diferentes partes do mundo, dependendo se é um membro do leopardo (África e Ásia), Jaguar (América Central e do Sul) ou família puma (norte-americano). Meu animal de poder tem sido a pantera há mais de vinte anos. É também meu animal ajudante familiar ou mágico.
Quando um xamã recupera seu animal de poder para você, ela o sopra em seu corpo – na área do coração ou da cabeçaa e o animal torna-se, então, uma parte de você. Ele se adere a seues ossos. E a primeira coisa que um xamã aprendiz aprende a fazer com o seu totem é dançar o animal. Ele literalmente se torna o animal ou familiar que é o seu animal de poder ou guia espiritual chamado o seu "totem". A dança permite que o xamã sinta e assimile o animal e suas características.
Há uma metamorfose para este ritual e mais e mais as danças xamã para a batida no corpo do animal ou com o animal nos ossos deles. Alguns xamãs realmente incorporam as caracteristicas de seu totem – os rostos deles começam a parecer como o seu animal do espírito e seus corpos imitam o movimento da energia e do familiar deles. A Dança da Pantera de Michael é Michael dançando o animal. É um ritual xamânico e metaforfose.


O falecido Ted Andrews, autor e marido de Lynn Andrews, autora norte-americano nativa, montou um guia sobre os poderes espirituais e mágicos de criaturas. O livro é intitulado Fala Animal e é considerado um ítem essencial e dicionário de animais totêmicos. Nele, Ted conta a história da Magia Pantera <parafraseado e citado:>
"A tônica da Pantera é a recuperação de seu poder. [Pense Panteras Negras e desigualdade racial.] O ciclo dessa criatura é o escuro da lua, a Lua Nova e no inverno. Esta é uma representação do invisível, poder secreto, guerreiro feiticeiro e isso é definitivamente luna, tendo a ver com a lua. É misterioso e mágico.
A pantera é menor e mais feroz do que outros gatos maiores, como o leão ou o tigre, e tem 500 músculos que pode usar à vontade. Elas são animais solitários e territoriais. Elas são ágeis, graciosas e se movem com facilidade. Pessoas com encanto pantera respondem bem à pressão e aos prazos.
Eles são videntes com "visão interior" e a visão interna deve ser confiável. Algumas pessoas quando estudam a metafísica e a meditação têm suas luzes interiores "acendidas". Pessoas com panteras como totens vêm ao mundo com suas luzes já acesas.

Panteras ouvem bem e cada orelha pode, tal como os seus olhos, virar em direção à fonte independente de sua estimulação. Elas ouvem e vêem além desta dimensão e são visionárias. O sentido do tato é sensível especialmente os pêlos do corpo e da face. Pessoas Panteras são muito sensíveis ao toque e a estimulação da pele. São sensuais, apaixonadas e isso atua de froma mais profunda, mística e misteriosa.
A pantera é um animal de ressurreição semelhante à ave Fenix, que renasce das próprias cinzas – simbolizando morte sombria e renascimento. A pantera é um totem do feminino místico em todos os seus aspectos dela: criança, virgem, sedutora, mãe, guerreira, vidente e vsábia anciã.
A pantera é tudo sobre o poder ou recuperar o poder de alguém. Pode sinalizar o despertar da Kundalini, que é uma energia que sobe e corre a partir da área da virilha para a cabeça quando todos os chakras estão ativos ou ativados.
Na mitologia a pantera está relacionada a Argos de Mil Olhos, cujos olhos foram transferidos para as penas do pavão, que é outra ave Fênix. Ela também está relacionada a Jesus e está listada como o sobrenome da família de José. Diz-se que um curandeiro chamado ‘Jesus ben Pantera’ curou as feridas de um homem de idade: uma outra história de ressurreição. Ela está relacionada a Baco, ou Dionísio, cujo carro foi puxado por panteras.
A história da pantera é sobre o despertar e desencadear de forças potentes, um dos quais é Kundalini. Os outros são o despertar para a busca do herói, ao divino feminino, para as forças criativas e inconscientes impulsos. Dionísio teve que superar muitos anos de peregrinação, pilhagem, destruição, loucura, e sofrimento, antes que ele pudesse tomar o seu lugar no céu. Sua história é que ‘somos deuses e deusas em formação’.
A pantera vai atrair um guia ou conselheiro para o caminho heróico, alguém que é professor e educador. O herói começa a ver e viver em realidades alternativas. Estas realidades contêm poderosas energias sexuais. E elas estão relacionadas ao nascimento e renascimento e ao escuro feminino (não negativo, apenas muito potente), que significa duas vezes nascido. Ela anuncia um tempo de enfrentar ofensivas sombras características dentro de nós mesmos ou o morador no umbral. Isso pode significar sofrer a perda do que pensamos que mais amamos.
A pantera também é um símbolo de proteção e poder recuperado de tudo o que é escuro em nossas vidas. Dionísio tinha uma varinha mágica, um tirso que foi entrelaçada com cipós e tinha uma pinha em cima, que confere a capacidade de criar a desilusão e a ilusão. Aqui desperta dentro da pessoa com um totem pantera, a capacidade de levar as pessoas a pensar e ver como você deseja que elas vejam, o que é obtido através de autodisciplina. A pantera combina com o ambiente com facilidade.
Para os povos nativos, o Jaguar das Américas foi especialmente um símbolo de domínio e poder, seu rugido era o rugido do trovão e ele poderia engolir o sol durante um eclipse. Para os índios Arawak, tudo tem jaguar e o homem-jaguar era o ritual de transformação final. Os Astecas e Maias consideravam o metade-humano metade-jaguar um enigma cultural. A pantera é uma grande força arquetípica. " < de Fala Animal: Ted Andrews>


A pantera é um poderoso aliado. É uma figura yin ou divino feminino, tem a ver com a procriação, gestação, vida, morte e renascimento. A pantera representa uma força selvagem desencadeada que é misteriosa, lunar, mágica e heróica. Quando um homem abraça e incorpora seu lado feminino (yin/ anima), ele torna-se menos polarizado e mais inteiro e, assim, mais poderoso. Um homem que rejeita seu lado feminino em favor do seu lado masculino (yang / animus) perde a capacidade de navegar pelo mundo com equilíbrio. Ambos os aspectos estão presentes em ambos os sexos. Não é sábio para ambos os sexos  rejeitar seu oposto polar, mas é melhor abraçá-lor e integrá-lo.
Os escuros poderes femininos são muito potentes e mulheres que estão "em sua lua" ou menstruada, por isso mesmo, não são permitidas na cerimônia de fermentação indiana, porque seus poderes ficam muito ampliados nessa época. Mulher carrega a semente da procriação e é poderosa em todos os ciclos relacionados à vida, morte e renascimento, cura, a Terra, feridas, crescimento e a mãe cósmica.
A sexualidade está intimamente relacionada com a espiritualidade ea criatividade e que são forças poderosas que devem ser monitoradas e reguladas. Tantra é uma maneira de gerir o impulso sexual, que é uma das forças mais poderosas do ser humano e do universo. O impulso para a união física imita a unidade para a união com o divino ou o que alguns chamam de gesto ascendente. Eles, os místicos, ansiavam por esta união do físico com o estado divino ou êxtase. Seria uma experiência orgásmica espiritual. Na sua forma humana ou animalesca, esta força é expressa em sexualidade – de novo uma força a ser reconhecida e orgasmo. Na sua forma animalesca e humana, é uma gênese ou novo começo e na sua forma espiritual, e está intimamente relacionado com a gênese – outro nome para a criatividade. A pantera é um ser misterioso, místico, da meia noite e mágico.
Seguinte: As panteras negras

* A primeira foto é o meu altar e meu animal de poder, a pantera. Esta réplica é uma escultura de cerâmica de 30 pelegadas.

* A mulher coiote é da coleção de arte de Susan Seddon Boulet das pinturas indígenas e xamânica.
* O livro é "Fala Animal" do falecido Ted Andrews.


Fonte : http://www.innermichael.com/2011/04/black-or-white-part-ii-cond-meeting-the-panther/

domingo, 22 de abril de 2012

Parte 4 - Black or White : Curta metragem Primeira Parte

Black or White: Curta Metragem - Primeira Parte




O filme começa nas nuvens. O que estamos fazendo nas nuvens? Por que começar nas nuvens? As nuvens são metaforicamente a casa de Deus, os Anjos, as idéias nobres, a música das esferas, o eu superior, o cosmos, a gênese de gênio, inspiração e todas as coisas espirituais. Estamos tirando algo dos Céus e trazendo para a terra? Estamos infundindo a espiritualidade ou o espírito? Michael estava muito familiarizado com a infundida criatividade de Deus. Alguém tem que se perguntar por que nos leva do céu para a Terra, a menos que você queira que a gente vá com você nesta jornada? Estamos trazendo as coisas de Deus para a realidade terrena? Respirando Espírito na

Ou talvez seja uma referência a: este problema é muito maior do que uma família, uma região, um país; é a terra inteira e sua raça humana que está tão ocupado "otherizing" as pessoas de sua prórpria epécie. Otherizing é a prática de fazer as pessoas "outro"; é uma mentalidade tribal que "outros" (como um verbo) as pessoas de modo que é mais fácil desumanizá-las. Está fazendo distintinções ntre nós / eles. O inimigo-criado, o qual vem a calhar se você quiser ter uma pequena guerra ou duas em um planeta solitário. A Terra é uma ilha e uma grande caixa de areia, onde os habitantes não sempre "jogam bonito" juntos. Isso é o que Michael estava dizendo, assim começamos nas nuvens. A imagem de ver a terra de cima foi emblemática quando introduzida com o "Blue Marble", fotografia da NASA a 28.000 milhas de distâncas, em Apollo 17, para a ideia de todo o planeta como uma espécie esteve ao redor, desde 1972. Michael agora leva-nos para uma aproximação.





Nós vemos as luzes do mundo à medida que descemos a terra e daquelas alturas para baixo na realidade material, o reino terrestre ou marco zero. Em seguida, estamos correndo por uma rua, passamos por um caro carro esporte vermelho, e em um bairro todo branco. Chegamos a uma rua sem saída, característica emblemática da paisagem de uma classe média alta ou maior área socioeconômica. Somos recebidos por um garoto branco que escuta e balança ao som da música. Descobrimos em algum momento que ele é um fã de Michael Jackson. As crianças brancas mostrando fidelidade a um artista negro, com poder e capacidade de liderança teria constituído uma ameaça à ordem social dominante. Teria profundamente ofendido alguns. É mais do que possível que Michael, um poderoso negro rico e influente tenha sido visto como uma ameaça e como alguém que estava tentando corromper a juventude da América. Juventude, afinal, era público-alvo do Michael. Aqueles que favorecem a separação racial teriam se preocupado especialmente quando Michael diz: "Não importa se você é negro ou branco." Para alguns com egos frágeis e um complexo de impotência, isto importaria muito.

Em seguida, encontramos um pai, cujo passatempo é o controle remoto de TV e assistir esportes e uma mãe cujo passatempo são os tablóides. Esta não é uma família intelectual ou altamente educada. São estes “José-médios” e "Maria-média" pessoas da classe trabalhadora que, a julgar pels passatempos delas, permitem que influências externas moldem os pensamentos delas?  Os mediocres José e Maria que querem deixar que instituições (mídia, governo, religiões, interesses corporativos) pensem por eles, constituem uma grande parcela da população. Isso é uma parte que é embalada em complacência quando lhes é dito em que acreditar.



Isto também foi um comentário sobre parentalidade e como o branco de classe média da América gastam o tempo e intelecto dele? É esta uma mensagem satírica sobre o "emburrecimento da América?" Isso é Michael criticando a parentalidade exercida à distância? Os pais não estão, certamente, interagindo com a criança. O pai então afirma a sua autoridade sobre seu filho e repreende o passatempo musical de seu filho, gritando com ele e dizendo-lhe para "ir para a cama", quando ele bate a porta, um cartaz de Michael quebra e cai no chão.

Você entendeu a sátira, a ironia? Hobbies que são entorpecentes: um pai sentado em uma espreguiçadeira assistindo esportes e uma mãe cujo interesse é a fofoca dos tablóides, são passatempos aceitáveis​​, mas o interesse de seu filho na música não é. E a imagem de Michael cai e se desfaz. Pai com um controle remoto carregado e mãe com o nariz nas revistas de fofocas dizem ao filho deles: "Você está perdendo seu tempo com esse lixo." É justaposição com ironia.

A criança, interpretada por Macaulay Culkin, então empurra dois alto-falantes enormes para a sala, enquanto seus pais estão tão preocupados com seus passatempos estúpidos que nem percebem o que ele está fazendo. É este outro comentário sobre pais ausentes: “pais, vocês sabem onde seus filhos estão?" O menino, então, limpa a boca no estilo bad-boy de Michael e os explodem para fora de suas hipnoses com um acorde de guitarra dizendo "Comam isto!" Interessante que a observação é sobre o que está sendo consumido nesta família? "Coma isto" é uma gíria para uma série de coisas e para vingança.

O pai é então atingido por música e através do veículo da música cruza todo o planeta até outras cuturas, onde ele nunca esteve antes, com caçadores negros (caras pintadas de preto e branco) perseguindo sua presa. Será que Michael levantou uma questão aqui sobre o que é "primitivo" na cultura – estúpida TV e tablóides ou “tribal” Bosquímanos da África? Em seguida, vemos Michael com o grupo, identificando-se como um deles e dançando como ele dança em uma dança de guerra étnica. Podemos, eventualmente, perder esta mensagem? Quem é o verdadeiro guerreiro? Ele canta sobre levar a namorada dele a um agito ou uma danceteria e vem a pergunta: "Boy,  aquela garota está com você?" Isso é uma referência a um homem negro  sair com uma mulher branca ("filhotes brancos") e Michael diz que "somos um e iguais”.  “Boy” é uma ofensa racial e homens negros vistos com namoradas brancas costumam levantar o tipo mais profundo e tenebroso de repulsa e de racismo, porque estava atravessando uma linha considerada um tabu ancestral. Michael reintroduz-nos a vibe ancestral com “primitivas” indígenas.





A miscigenação entre negros e brancos e, especialmente, homens negros com mulheres brancas não foi apenas perturbador para um segmento da população; inflamou a ira. Era uma hipocrisia que não foi contestada antes, por causa de uma falta de poder e voz para lançar um desafio. Para os proprietários de escravos, era aceitável e até incentivado que homens brancos engravidasse, por estupro, se necessário, mulheres negras escravas, a fim de "clarear" a raça. Escravas eram nada mais do que bens de propriedade, na verdade todas as mulheres eram consideradas bens móveis.

Negros muito escuros eram menos aceitáveis que os mais claros ou mulatos afro-americanos, homens e mulheres, e valiam menos dinheiro quando vendidos. O mulato foi criado (principalmente pela força deliberada) e para os brancos se sentissem mais confortáveis ​​com os Negros. É o auge da arrogância racial. Mas existe um tipo ainda mais sombrio e escondido do racismo que precisa ser dito: especialmente com respeito a Michael.

Dentro do movimento de controle de natalidade e as iniciativas de planejamento familiar para os afro-americanos, há mais do que uma pequena suspeita de que incentivar a procriação responsável na comunidade Africano-Americana foi mais uma tentativa de impedir o crescimento da população negra do que para aliviar a pobreza. A sexualidade do negro era de grande interesse para os brancos. Havia aqueles que acreditavam na eugenia, que é a limpeza de uma raça de seus indesejáveis ​​ou mais fracos elementos – o que significa pessoas. Houve tentativas secretas para tornar o homem negro impotente, estéril ou assexuado. Experimentos envolvendo doenças sexualmente transmissíveis foram realizados em homens negros sem o seu conhecimento e consentimento.



Há uma mitologia enigmática que envolve o homem negro. "Preto" na cultura sempre foi usado para significar "mau" ou "escuro", "sinistro" ou algo indesejável. Usamos linguística como "artes negras", "negro de coração", "viúva negra", "escuridão", o "Black Madonna" e assim por diante. Há uma associação negativa com a palavra preto:  sigilo, poder, Nubian, mistério, medo, falta, o mal, a má sorte, o caos, dissimulação e morte.

Negritude tem uma reputação e vibração. “Afro-americanos” tem muito mais conotação positiva na cultura.

Há uma mitologia cultural sobre o homem negro que tem persistido desde a descoberta da aptidão dos negros para a escravidão, porque as peles escuras deles suportam o sol muito melhor do que outras raças e eles poderiam realizar colheita ao sol. A mitologia que se desenvolveu em torno do escravo era um mito sombrio que retrata o africano ou o macho preto como hiper-sexualizado, perigoso e incapaz de controlar sua natureza primitiva e animalesca que, secretamente, tem um desejo irresistível para as mulheres brancas. Uma mitologia igualmente arraigada sobre mulheres brancas as retratavam como criaturas delicadas, puras, frágeis, castas e vulneráveis.

E a sua "sexualidade puritana" e natureza delicada exigiam proteção pelos homesm brancos delas – contra os hipersexuais machos negros. Virilidade masculinidade e poder estão indissoluvelmente ligados na cultura da sexualidade. O falo como um símbolo de poder e fertilidade aparece em todas as culturas e é arquetipicamente incorporado. No homem branco, a sua impotência está ligada a sua incapacidade de proteger suas mulheres e mantê-las sob controle; e especialmente para manter os seus desejos sexuais insatisefeitos em cheque. A fêmea branca puritana nunca deve ser tentada pelo macho negro hipersexual, que iria recorrer à natureza animal contida dela. Todo o complexo Mandingo e mitologia estão ligados à impotência e poder no que se refere à sexualidade. Michael aborda isso mais tarde, em Black or White, depois de insunuar sobre o assunto neste primeiro segmento.

A dança aborígine geralmente incorpora ritmos considerados apaixonados, hipnóticos e desenfreados, onde as pessoas podem perder o controle de seus sentidos e órgãos. Há um medo associado de ritmos primitivos e apaixonados e dança. Mais uma vez, o mito da sexualidade ligada às desenfreadas paixões sexuais surge no movimento da dança, especialmente numa frenética forma de dança. Quando Elvis surgiu pela primeira vez em cena, o "establishment" (geração madura) ridicularizava o rock n 'roll, por estar corrompendo a juventude e não permitiram que Elvis fosse filmado da cintura para baixo por causa das oscilações de seu corpo. Eles pensaram que os ritmos primitivos corrompiam a juventude. A música de Elvis era considerada música negra e originalmente soava estridente e vulgar. Elvis foi o primeiro músico branco a incorporar elementos da música negra e trouxe músicos negros em seu trabalho. O ultrareligioso pensava que rock n 'roll era obra do Diabo. O mesmo e pior foi dito sobre Michael.





Em Black or White há muitas cenas em que uma escada ou é proeminente ou está em plano de fundo. Michael usou símbolos enigmáticos e uma escada, se intencional, poderia fazer uma referência subliminar aos estratos sociais. Estamos subindo a escada em Black or White e isso é intencional? Após a dança aborígene africana, Michael passa na frente de uma escada. É sutil, mas por que tem uma escada na sequência para cena seguinte? Um acidente? Não é provável que tenha sido deixada acidentalmente no set e filmado por engano, não no mundo de Michael, o perfeccionista. Em seguida, vemos Michael com as mulheres asiáticas, especialmente do Sudeste Asiático, uma referência à outra raça fundamental, a amarela. E ele dança com essas mulheres em seus trajes tradicionais e salta para mais uma toamda: americanos nativos em trajes tradicionais. E também eles se tornam guerreiros de sua raça na frente dos nossos olhos.



 Em seguida, nós e vemos lendo um jornal, enquanto ele faz referência ao "Saturday Sun", que foi criado para ser um jornal legítimo, mas virou tablóide e, novamente, a dançar com um parceiro-étnico, neste momento uma indiana orientale eles estão dançando no tráfego com uma refinaria de petróleo em segundo plano. Um acidente ou um comentário sobre o consumo de petróleo e meio ambiente? Ele diz que tem que imprimir a sua mensagem no Sun, sobre não ser segundo ninguém: a mais óbvia referência ao racismo; e ele joga o jornal fora.

Então vemos Michael dançando com os russos na frente de uma recriação do "na cúpula cebola" arquitetura da Rússia e Catedral de São Basílio: uma imagem icônica que significava a todos, nesse momento, o "comunista" e "inimigo". Esta é uma chamada óbvia para fazer a paz com o inimigo, que também é um cidadão global. (Michael viria a visitar a Praça Vermelha e quase ser assediado por fãs russos e iria marchar com o exército russo.).

Então, por agora Michael já dançou com as raças fundamentais: preto, amarelo, vermelho e branco. Ele dançou com as classes, raças e culturas e até dançou com o seu inimigo. Dançando com estas minorias raciais e étnicas diversas, muitas das quais são vilipendiadas pela cultura e tiveram que ser "guerreiras" para a igualdade, sinaliza que a dança de Michael está em solidariedade com o seu status, posição social e as preocupações. Como ele se atreve, um homem negro virando branco dançar (com a pele muita clara a esta ltura, devido aso tratamento para o vitiligo) com aqueles considerados inferiores ou inimigos?




A câmera volta ao maior ângulo e agora vemos as cenas no contexto do interior: é uma caixinha de música? Isso significa que a música é um contexto para uma espécie de comunhão étnica, social e racial? Então, como estamos de volta, até mais longe, vemos que uma criança caucasiana e uma criança afro-americana estão sentadas em cima de um globo – sinalizando o lugar delas como seres, como as crianças, como uma nova vida (bebês) no planeta. Eles certamente não estão preocupados com sua diferença de cor. Preconceito tem que ser ensinado, não nascemos com ele. Michael está sinalizando para nós o que deveríamos estar ensinando e compartilhando com as crianças ou novas gerações, que nós compartilhamos um planeta como uma raça e nós nascemos para nos dar bem, pois somos mais semelhantes do que diferentes?

Agora vemos que Michael caminha para frente, abrindo o seu caminho através de imagens que formam a cortina de fumaça do incêndio, ele está no centro e emerge enquanto ele anda por ele. E ele declara que ele está cansado dessas coisas, da maldição do preconceito e da separação e ele não está "com medo de nenhum lençol", o que é uma referência direta ao Klu Klux Klan, que costumava pegar e "ofender" os negros e linchá-los, enquanto estavam vestindo lençóis brancos, com acentuados cones pontudos cobrindo o corpo e a cabeça deles. Homens negros que sequer se atreveram a olhar para uma mulher branca foram linchados. Esperava-se que desviassem os olhos. E se um homem negro tocou uma mulher branca: isso era uma sentença de morte instantânea. Então, aqui, está Michael Jackson, um homem negro, virando branco que está desafiadoramente namorando mulheres brancas e até mesmo se casando com duas mulheres caucasianas.




No incêndio, vislumbramos o que parece uma explosão, uma referência sobre a Rússia e os EUA serem inimigos nucleares, e uma imagem breve do símbulo da Klu Klux Klan (uma cruz queimando, encapuzados e tochas) e um tanque de guerra e soldados, simbolizando guerra, enquanto o guerreiro, os punhos cerrados, soca o seu caminho através das ilusões. E é isto que todas essas divisões são: construções do ego humano e ilusões que dividem as pessoas.

Michae, em seguida, leva-nos para um ambiente urbano, a "capa" onde as guerras sobre território são menores, enquanto as crianças do bairro pobre falam sobre essas guerras na relva e como nações divididas contra nações, nas relações humanas, é o mesmo, mas apenas o tamanho da relva muda. E eles declaram que não querem gastar a vida deles "sendo uma cor", que significa deixar de raça e cor limitá-los ou definir quem eles são.

Em seguida, Michael diz para não acenar com a cabeça em concordância e fingir que concorda com a igualdade racial e social, se você "chuta sujeira no olho" que é uma datada referênci a menosprezar ou desrespeitar o que está ele dizendo, expressando acordo, mas vivendo o oposto através das ações de cada um.



De repente nos encontramos com Michael em uma grade e quando a visão se amplia, ele está na frente de uma simbólica chama, em cima de uma imagem icônica de igualdade e liberdade para todos. E, como a câmera se move para trás mais uma vez, metaforicamente, ampliando o nosso ponto de vista, vemos marcos que transmitem todas as áreas sobre a terra, a Torre Eifel da França, o Big Ben, na Inglaterra, Catedral de São Basílio, em Moscou, o planalto de Gizé no Egito, o Taj Mahal, na Índia, o Parthenon, na Grécia, o horizonte de Nova York e a Ponte Golden Gate da America, e as características da paisagem dos oceanos e rios e, finalmente, vemos que Michael está sendo erguido na estátua da Liberdade.

E na cena final dessa sequência, vemos como as pessoas, todos os membros da raça humana mudam e transformam-se em todas as etnias e raças e cores de todo o mundo. Michael dança a dança da vida com todo o planeta, com todos os rostos, lugares e raças: preto, branco, amarelo, vermelho e diz sem dizer... "Somos todos irmãos, todos membros da mesma família humana. Nós somos um." A mensagem da metamorfose? A transformação da face da humanidade. Isto era Michael: um homem que continuou transformando, um rosto em transforamção, ele mesmo, que andou mudando a face da humanidade.

Esta postagem foi escrita por B. Kaufmann, postada em 16 de abril de 2011.