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sábado, 21 de abril de 2012

Parte 3 - Black or White: Um Pouco Mais de História

Black or White: um pouco mais de história



Michael Jackson terá sempre um lugar na história da música e mesmo na cultura pop, mas o que dizer sobre história como a evolução do homem ou a humanidade? Michael teve um papel preponderante no avanço da humanidade como um afroamericano, como um lutador pela liberdade e ativista da paz.
O mundo que Michael cresceu era muito diferente do mundo de hoje. O racismo foi insidoso e um fato da vida; e ao contrário da pressão de hoje para ser politicamente correto que as forçam o preconceito a ficar no subterrâneo, era socialmente aceitável ser abertamente preconceituoso. Michael tinha cinco anos e só começou a cantar com seus irmãos quando Martin Luther King Jr. estava no Lincoln Memorial e fez o seu icónico discurso "I Have a Dream". Michael tinha dez anos quando o hino de James Brown “Eu Sou Negro e Eu tenho Orgulho” se tornou um hit nas paradas e esse foi o mesmo ano em que Martin Luther King foi assassinado.
The Jackson Five, quando começou, fez o "circuito chitlin’”, que é uma gíria que se refere a fazer as rondas de clubes e salas de música especificamente para artistas negros. Chicago’s Reagl Theater e New York’ Apollo Theater eram clubes principais no circuito. A palavra "chitlin’” é uma abreviação de tripas que é intestinos de suínos, considerado um alimento básico para as famílias negras pobres. Desde que artistas negros não eram bem-vindos nos clubes brancos, eles começaram a sua própria cadeia de clubes, muitos artistas bem conhecidos tem seu início no circuito chitlin’.
Assim, Michael cresceu no meio da batalha para desagregação e direitos civis dos afro-americanos. "O Código de Michael" e lema são informados pela experiência de Michael durante seus primeiros anos. Ele lutou contra preconceitos abertamente com finesse e uma franqueza ousada através de seu próprio código embutido em seu trabalho. Muitos poderiam decifrá-lo e muitos mais poderiam assimilar subliminarmente: e isso fez de Michael Jackson uma ameaça a ser enfrentada.
Um poderoso homem negro era uma ameaça para aqueles que queriam manter o status quo*. E um poderoso homem negro rico era assustador para os brancos que sentiram a necessidade de manter a raça caucasiana superior. Michael teria atraído o fogo e parte disso teria sido encoberto. Ele chegou a receber ameaças de morte. Naqueles anos, o FBI mantinha arquivos sobre qualquer um que levantasse qualquer controvérsia – até mesmo John teve um arquivo. Nós provavelmente nunca saberemos quem estava observando Michael e acompanhando seus movimentos, porque ele era visto como uma ameaça capaz de causar agitação civil ou revolução ou, talvez, até mesmo incitar um motim. Ele era muito rico e poderoso aos olhos daqueles que têm interesse em controlar e oprimir o negro e "mantê-los em seu lugar" dentro dos estratos sociais.
A fim de dar a vocês um sabor gráfico de como os anos sessenta foram, eu peguei um trecho, com permissão, do novo livro de Andrew Himes: A Espada do Senhor: As Raízes do Fundamentalismo em uma família americana.
"Eu tinha 13 anos quando as rachaduras começaram a aparecer no meu mundo. Era 1963, e eu era um membro magro, desconexo, e intimidado da Banda Poderosa Marcha de Troia do Colegial Millington Central, uma instituição pública toda branca. Sentei no banco traseiro de um ônibus escolar amarelo em uma noite de sexta-feira, enquanto nos dirigimos através de um bairro negro de Memphis em nosso caminho para jogar um jogo de futebol com outra escola só de brancos. Eu segurava uma trompa espancada em meu colo e ajustei meu mal ajustado uniforme de lã preta, cheirando ao suor da noite de sexta-feira, de gerações de membros da banda antes de mim, e endireitei os laços deteriorados dos filós de ouro que adornavam meus ombros.
Crianças negras jogavam nos quintais cobertos sujeira de telahdos de zinco, casas sem pintura pelas quais passávamos e os mais velhos sentados em cadeiras de balanço em suas varandas com vista para o cenário do anoitecer e o brilho azulado da iluminação pública de mercúrio impregnado na rua. Nos bancos a minha frente, os outros meninos da nossa banda abriram as janelas, colocaram as cabeças para fora e começaram a gritar com as crianças e os idosos negros em suas varandas: "Nigger, nigger nigger,! Macacos de quintal! Babuínos! "No banco da frente do nosso ônibus, sentado ao lado do motorista, estava o nosso professor e diretor da banda, o Sr. Nersesian, um armênio baixo e moreno, conhecido como um disciplinador assassino com uma pá de madeira, mais alta que ele e perfurado com furos para melhor sugar de volta a carne de uma nádega ofendida em um backswing energético. Sr. Nersesian manteve os olhos firmemente treinados na estrada, ignorando os meninos gritando atrás dele.




Eu me encolhi no meu lugar, envergonhado e servil no meu uniforme de troia. Eu odiava o que eles estavam dizendo e fazendo, mas eles eram maiores, mais altos, e mais autoconfiantes que eu; e eu estava com medo da questão.
Poucas semanas depois, eu estava no corredor do lado de fora da minha turma da oitava série de Inglês. Uma dúzia de passos distante de mim, as primeiras crianças negras, que alguma dia, tentaram integrar a minha escola, um menino e uma menina, estavam com as costas contra a parede ao lado do bebedouro. Entre nós, nervosamente subindo e descendo os corredores, estava uma multidão de vários dos meus colegas, muitos deles gritando "Nigger! Nigger! Volta para casa, nigger! Volte para a selva!” Meninos da minha classe saíram do banheiro com pequenos sacos plásticos cheios de urina, lançando as cargas deles nas  crianças negras.
Eu estava enraizado ao meu lugar, chorando incontrolavelmente, esforçando-me para ver as crianças negras através das minhas lágrimas, observando o terror em seus olhos escuros e como eles tinham se abraçado e como o menino virou seu corpo e ergueu a mão para afastar os mísseis lançados contra eles. Eu nunca tinha sido tão consciente da minha natureza pecaminosa, da minha covardia, da minha inutilidade. Eu sabia que meu silêncio me fez tão culpado diante de Deus quanto meus colegas."

 

Havia outros artistas negros com hinos erguendo o movimento pelos direitos civis:  Marvin Gaye com  “What’s Going On ?",  Sister Sledge e “We Are Family”,  a “It’s a New World Order” de Curtis Mayfield, “Get Up; Stand Up” de Bob Marley " e, é claro, “I’m Black and I’m Proud” de Jaes Brown, entre outros. Berry Gordy e Stax Records foram fundamentais para a liberdade de artistas negrso e o movimento pelos direitos civis. E a mensagem de Michael incorporada em sua música e curtas-metragens ajudou a revolucionar o pensamento e fortalecer os direitos civis. Michael ensinou com sabedoria socrática e simbolismo esotérico - ele fez as perguntas sem fazer as perguntas.
A maneira de Michael era despertar o seu público para que eles pudessem contestar a sua própria complacência e ampliar o seu repertório de possibilidades. Michael sempre desafiou "o que é" com um espelho de "o que poderia ser". Uma coisa magistralmente visionária!
O hit “Black or Whit”, de Michael Jackson, foi lançado no outono de 1991 e rapidamente alcançou o primeiro lugar, fazendo dele o primeiro artista a ter os números uns durante três décadas. Seu vídeo "Black or White", lançado poucos dias depois, foi o curta-metragem mais aguardado da história, foi estreado simultaneamente em 27 países, com uma audiência de 500 milhões de espectadores, o video mais assistido de todos os tempos.
A controvérsia começou instantaneamente especialmente com "dança da pantera", cena em que Michael dança sugestivamente e quebra janelas e, finalmente, fecha a braguilha aberta. Conhecer o código Michael ajuda a decifrar o que Michael estava tentando dizer com Black or White.
Mesmo o showman e aluno P.T Barnum***, Michael foi corajosamente onde ninguém tinha ido antes. Black or White foi um discurso retórico, um protesto, uma educação, uma sugestão e uma declaração, tudo ao mesmo tempo. Para ser compreendido completamente, ele deve ser visto e analisado no contexto dos tempos e vida de Michael.



Notas da tradutora: “status quo” vem do latim e significa estado anterior.

P.T. Barnum é um museu fundado pelo famoso showman americano Phineas Taylor Barnum. http://en.wikipedia.org/wiki/P._T._Barnum

Parte 2 - Black or White - Plano de Fundo, Black or White e Orgulho

Black or White: Plano de Fundo - Black or White E Orgulho









Uma amiga e eu estávamos tendo uma conversa sobre Michael Jackson e a vida de trabalho dele, música, letras, e o curta-metragem de Black or White entraram na discussão. Nós dois crescemos na década de sessenta e nosso diálogo cobria a maior parte das questões relevantes e a discussão se prolongou por horas. Eu trouxe a equivalente "Ebony and Ivory" de Stevie Wonder. Ela lembrou-se. Falamos sobre As Panteras Negras, Abbey Hoffman, reverendos Al Sharpton e Jesse Jackson e da infância de Michael durante os turbulentos movimentos pelos direitos civis. Falamos dos motins em Chicago, o Vietnam e o Movimento Paz e os filhos das flores. Lembro-me daqueles dias com uma melancolia que eu não sou capaz de explicar em palavras. É um sentimento. Eu gostaria de poder compartilhar com vocês, não é possível.
Em algum momento o telefone esquentou na minha mão, quando eu percebi que minha amiga tinha acabado de passar por algumas críticas frescas e ainda ressentes para falar sobre a história dentro da obra de Michael Jackson. Sua explosão tinha levantado as feias questões do racismo e culpa branca. E embora ela pudesse falar comigo sobre isso, ela estava muito cansada para abordálas da maneira como eu havia sugerido anteriormente: como escrevê-lo, dando aulas ou um podcast onde nós, negros e brancos, poderíamos discutir questões raciais e como elas afetaram nosso crescimento. Quando eu trouxe isso mais uma vez, sua voz falhou e ficou suave, quando ela disse: "Eu não posso. Eu vivi isso e eu paguei minhas dívidas. Eu não posso pagá-las novamente." Havia tal renúncia completa e absoluta em sua voz, como cansaço mórbido! Eu entendi. Mas parte de mim ficou muito irritado quando as lágrimas em minha garganta picaram silenciosas e tristes.
Minha amiga tem um pedaço rico da história que nunca pode ser compartilhado. Você vê, ela é negra. Afro-americana. Negra. E ela tem sido muitas destas outras coisas que as pessoas dizempara diferenciar um tom da cor da pele, algumas delas grosseiras. Ela não pode dizer-lhe as histórias, porque quando ela traz à tona alguns assuntos, dizem que ela está remoendo um passado que é irrelevante agora, ou que ela tem um motivo secreto por trás de suas palavras. Então você começa a aula de história aqui, aceitem-me e permitam que a garota branca conte...



Eu vivi o mesmo passado e minhas histórias, também, poderiam fazer seu cabelo ficar arrepiado, e há um cansaço agora, quando os dias são revisitados. É difícil descrever, mas é como a fadiga dos doadores. Quando as pessoas dão e dão até que estejam vazias e ainda elas sabem que é preciso mais, mas estão completamente esgotadas e não apenas de dinheiro, mas energia. Já esteve lá.
Algumas crianças nascem com uma sensibilidade e com um senso inato de justiça e de certo e errado. Eu era esse tipo de criança, Michael Jackson era esse tipo de criança e minha filha é uma delas. Elas sabem quando algo está profundamente ofensivo para o ser humano, porque o radar interno sinaliza um alarme. Injustiças podem ser sutis como a "dirigindo enquanto preto" (DWB em vez de DWI) isso significa que vocês são mais propensos a ser parados e multados por um oficial de polícia, especialmente se você estiver dirigindo um carro de luxo ou carros esportivos. Os oficiais que esteretipam, veem uma pessoa negra em um carro que não combinam com eles e imediatamente assumem que eles são criminosos. E é pior quando isso acontece em um bairro de maioria branca e rica. É chamado racial profiling. Não foi tão sutil na época e o "politicamente correto" não existia. O racismo e o sexismo não eram enrustidos, naquela época.



Durante os anos sessenta e setenta, a discriminação racial era tão comum que não havia nenhum nome para ela, porque não foi considerada fora do comum. Isto é, até os negros começaram a apontar isso. Não estava limitado a dirigir - era tão penetrante que era como "estar... enquanto o preto." Cor da pele era notada. As distinções eram feitas até mesmo entre “negros de pele clara” e eles eram mais aceitáveis que seus irmãos mais escuros. Casais inter-raciais foram perseguidos e casamentos mistos foram desaprovados. "To sir with Love", um filme lançado em 1967, com Sidney Poitier, ajudou a amenizar o estigma.
Eu nunca tive que mr preocupar sobre o "ser enquanto preto" ou tentar me tornar inofensiva ou invisível, ou a continuar tentando afundar minha justificãel fúri de célula DNA, como uma bola de praia debaixo da água. Eu não tenho que manter meu radar em estado de alerta ou digitalizar meu ambiente em perpétuo movimento para sentir a vibe de segurança e testar se eu era muito suspeita ou se apenas estar sozinha me colocava em perigo. Posso dizer-lhe histórias de racismo de ambos os lados: preto e branco. E vermelho. Minha parcial herança nativoamericana é a prova de que meus antepassados ​​igualmente foram transformados em não humanos e chamados selvagens, que é tão doloroso como a Nova-palavra. Mas eu posso passar por completamente branca, porque eu pareço anglo*. Meu filho, quando estava mais jovem e bronzeado no verão era chamado de "índio" ou às vezes "chefe".



 Eu confidenciei a ela que eu não amava apenas música, mas dança. Lembro-me que, como o American Bandstand de Dick Clark era excitante, Soul Train era o lugar acontecendo. (Para o público jovem, Bandastand era um tipo de música virtual e clube de dança para as crianças brancas, mas Soul Train era a versão negra de rock.) Assim, a progressão natural para mim – uma viciada em música blues, soul e funk, era encontrar meu caminho para a real versãodo Soul Train, que significa os clubes no lado norte de Milwaukee e no lado sul de Chicago. Muitas vezes eu era a única menina branca no local.
Então eu entendo a fadiga transversal da minha amiga. Vivi isso também, mas não da mesma maneira. É difícil compreender preconceito a menos que você já andou nesses sapatos, ou no meu caso, a menina branca com mocassins. A intolerância mostrada a minha amaiga por uma martenal, arquetipa sabedoria é uma afronta que simplesmente não pode suportar. Precisamos reconhecer e homenagear todos aqueles que vieram antes. Lembre-se do tributo de Michael para Sammy Davis Junior? Foi uma homenagem a pavimentação do caminho que ele fez para que Michael pudesse seguir. E Michael abriu o caminho para que outros possam seguir.
O passado e a parte de Michael Jackson nisso, a contribuição dele para o presente e o impacto sobre o futuro, não deve ser subestimados ou dispensados. Não por mim, e agora não por você. Nem tornar-se á irrelevanteem minha oservação, em razão da ignorância, em que o gritante vácuo de conhecimento esmagou o espírito de minha amiga. A vida de Jackson e como ele a viveu, como ele e sua vida foram moldadas pela época em que ele e nós vivemos, e como essa influência ajudou a moldar o futuro é muito relevante para a compreensão de Michael, o homem. É também uma peça essencial de como estética de Michael informa o trabalho dele.
O contexto histórico da obra e estética de Michael Jackson é tudo. O incidente Rodney King, em Los Angeles, que ganhou as manchetes ao redor do mundo e causou revoltas  ​​e tensões raciais, ocorreu em março de 1991. Black or White de Michael Jackson com seu óbvio comentário silencioso foi lançado em novembro do mesmo ano. É importante lembrar isso.  Rodney King foi um momento seminal na história negra. Afro-americanos vinham reclamando há muito tempo sobre a discriminação racial e a brutalidade policial e isso era sumariamente desprezado e risulurizado. Durante o incidente de Rodney King, um cinegrafista secreto gravou um grupo de policiais brancos severamente batendo em um homem negro, que não ofereceu nenhuma resistência, levando-o para o hospital. Esses oficiais, quando julgados em um tribunal em Los Angeles, foram absolvidos, provocando as revoltas em Los Angeles.
Os fãs mais jovens ou os recém-chegados ao partido MJ pode apreciar o trabalho de Michael Jackson, quando a coragem dele, ousadia e a profundidade do amor dele pela humanidade é completamente compreendida. Foi a discrição dele que o salvou muito, porque o racismo exposto era politicamente incorreto, foi a ousadia dele e os gritos silenciosos que fizeram dele um alvo para aqueles que despertaram para o que ele estava fazendo.



Para colocar um pouco de perspectiva sobre os tempos: A guerra do Vietnan estava em andamento e Kent State estava fresco na memória coletiva. Em Kent State, estudantes universitários em protesto, tinham sido baleados e mortos pela Guarda Nacional, um incidente que opôs uma geração de jovens idealistas contra seu próprio governo. John Lennon estava na lista de “observação” do FBI, por ser um pacifista e “encrenqueiro”. Houve uma tentativa de deportá-lo e baní-lo dos Estados Unidos. Michael estava em listas que nunca puemos ouvir falar e nunca conhecems.
Michael Jackson foi um ativista dos direitos civis. Um combatente da liberdade. Michael, o Jackson Five e a família Jackson cresceram em tempos conturbados e racialmente carregados. Preconceito era proeminente e permanente e o negro (significa a raça coletiva) era um cidadão de segunda classe. Grande parte do sul ainda era segregada, quando Michael nasceu. Negros tiveram que criar as próprias escolas, bairros, locais públicos, e até mesmo salas de repouso. As portas de banheiros convidavam os "de cor" para instalações separadas e, frequentemente, de padrão inferior. Artistas negros como Sammy Davis Junior, Little Richard, Louis Armstrong e outros foram tolerados e um pouco mais aceitáveis por causa de seu talento, mas muitas vezes tinham que vir através das cozinhas e garagens de bons hotéis e locais públicos, porque a porta da frente estava fora dos limites dos “de cor".
Você pode lembrar-se de ter ouvido que a MTV se recusou a transmitir videos musicais de Michael Jackson, simplesmente porque ele era afro-americano. Michael, sozinho, rompeu essa barreira e eu me pergunto se isso estava por trás da pergunta que ele fez, quando ele ganhou seu segundo Grammy: "Vocês podem me ouvir agora?" Isso pode ter sido feito para os negros na platéia tanto quanto para a indústria da música em si. E o trabalho de Michael foi ousado. Depois de "Thriller", Michael fez "Bad" para ser relevante e dar aos afro-americanos a mensagem de que eles podem e devem ir para a faculdade e que sendo durão em formação, era relevante para eles também. E em Black or White, Michael não apenas aborda o preconceito na América, mas em todo o mundo.



Black or White é um vídeo que está repleto de imagens simbólicas e mensagens escondidas. O vídeo Ghosts tem uma referência surpreendente para a Klan**, com suas tochas em chamas e multidões em marcha, mas é mais sutil. Black or White levou-a à vista e em uma Technicolor viva. Foi Michael Jackson comseu rosto que ilustra desafio contra o a realidade de ser negro na América – auquele que foi alvo de violência nas mãos de quem queria que você "conheça o seu lugar" na hierarquia social. Como um negro você compreendeu que você era considerado um fundo alimentador. Qualquer coisa e qualquer um que elevou a raça, provavelmente se tornou um alvo. Servia ao ego, ao preconceito e a economia, que os negros permanecem cidadãos de segunda classe. A supremacia branca não era apenas uma ideia, era uma realidade. A estética e trabalho de Michael Jackson ajudaram a mudar as mentes e os corações de uma geração, mas não sem conflito. Ele era ao mesmo tempo amado e odiado, ele recebeu tanto elogios afetuosos quanto ameaças de morte. E Michael absolutamente entendia que, a fim de insentivar o seu púlpito para a mudança social, ele precisava ficar em destaque e ser controverso para manter sua relevância. Sua coragem na música como uma mensagem é incomparável.
Os tempos em que Michael cresceu estavam maduros para a entrada dela na cena da juventude. Era hora de mudança. A partir dos anos 1940 até os protestos da década de 1960, entretenimento tinha apresentado personagens como: Little Black Sambo, Bosko e Inki, que solidificaram os estereótipos de negros nas mentes dos espectadores. Hollywood prescreveu e perpetuou o estereótipo dos negros como sendo não humanos, apresentando artistas afro-americanos na caricatura dos desenhos animados. Pessoas como Cab Calloway, "Fats" Waller, Louis Armstrong, Ethel Waters, Bill "Bo Jangles" Robinson serviram como arquétipos para uma série de animais (sim, animais) e pessoas em longas de animação. Esta representação tedenciosa dos negros serviu para reforçar a natureza animal e primitiva (por causa da afinidade natural para a dança e ritmos) dos negros. Eles eram considerados tribais e inferiores.
Até a década de 1960, os negros eram submetidos ao ridículo e estereótipos era a norma cultural. O Partido Pantera Negra foi um movimento político revolucionário que começou em 1966 e durou até 1975. Expandiu-se para uma revolução social e cultural com os símbolos contemporâneos, como o punho fechado. O penteado "afro” se tornou um símbolo de orgulho da iniciativa afro-americana iniciada pelos Panteras Negras e pontuada por James Brown em "Eu sou preto e tenho orgulho", lançado em 1968. Michael declarou publicamente sua fidelidade a James Brown, como o artista que mais o influenciou.
Kid Power’s theme and premise was that multiracial and multicultural kids who worked together collectively had the power to change the world socially and politically. The idea of Kid Power reflected concepts of participatory democracy and bottom-up social movements of the 1960s and 1970s that emphasized ideals like: Black Power, Brown Power, Red Power, Woman Power, and Power to the People. The series’ theme song “Kid Power… Red, Yellow, Black, and White…White, Yellow, Black, and Red… in other words, “It’s up to Kid Power …”
Em uma progressão de programas de televisão, o estereótipo arraigado foi difundido ao longo do tempo. Programas infantir de vanguarda, com o squais Michael cresceu, incluíam Josie e as Gatinhas, o Harlem Globetrotters e a série Powr Kid, que contava com um grupo cultural diversificada de onze crianças. O tema de Powe Kid era que as crianças multirraciais e multiculturais que trabalhavam juntas coletivamente tinham o poder de mudar o mundo, social e politicamente. A ideia do Poer Kid reflete conceitos de democracia participativa e pioneiros movimentos sociais dos anos 1960 e 1970, que enfatizavam ideais como: Black Power, Brown Brown, Red Power, Women Power e Power to the People. A canção tema da série “Power Kid... vermelho, amarelo, preto e branco... branco, amarelo, preto e vermelho... em outras palavras, este é o Power Kid.”



Michael viu e cresceu com o programa Power Kid e a mensagem cultural. Michael realmente acreditava que o poder de mudar o mundo encontra-se em silêncio e inexplorado dentro de crianças. A mensagem e infuència Power Kid explicam a fidelidade dele, carinho e atenção às crianças. Ele acreditava na juventude. E foi em um momento único que Michael Jackson teceu sua mágica na tapeçaria social de sua vida e nossa história. Quem foi Michael, e como ele contribuiu para os direitos civis no tecido social e cultural era relevante, portnato, e merece ser comemorado hoje. Enquanto o Dr. King disse em palavras e ações, Michael Jackson disse na música, letras e imagens dos filmes. Michael Jackson, como Martin Luther King antes dele, era um combatente da liberdade, prolífico e expressivo.


(C) B. Kaufmann 2010





*Anglo saxônica

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Black or White - Introdução


Black or White: Introdução

Série de artigos escritos por Barbara Kaufmann
Tradução de Daniela Ferreira

Se perguntassem qual a música de Michael Jackson que eu mais gosto, eu teria que dizer "Man in the Mirror". Mas se a pergunta fosse qual música foi a mais influente ou teve o maior impacto no contexto da história, seria "Black or White".
Michael Jackson foi um ativista dos direitos civis e combatente da liberdade, que sabia que ele tinha uma espécie de púlpito e a usava estratégicamente para diberadamente para mudar o mundo. Através do movimento, música e imagens, Michael começou a mudar o mundo: e fazer Black or White é um exemplo.
Um mestre de duplo sentido, ironia e sugestão subliminar, o senso de humor de Michael sangra por tudo que ele faz. Está em destaque no que ele diz, mas ainda maisno que ele não diz. Black or White vem a nós no álbum Dangerous e Michael tinha que conscientemente saber que ele estava fazendo escolhas de nomes irônicos e mensagens codificadas; eu aprendi que este perfeccionista não fez nada por acaso. Ele tinha uma razão para tudo o que ele fez e foi meticuloso na forma como sua mensagem era realizada e comunicada.

Black or White é fascinante por inúmeras razões. Não é tão sutil como as mensagens em Ghosts, mas é poderosa nas declarações que faz e que teria sido visto por alguns como... bem perigosa. O mundo não estava preparado para o que Michael fez no curta-metragem de Black or White. Ele ainda estava amarrado nas crenças conservadoras e até mesmo puritana e as ações de Michael no filme não eram apenas controversas, mas ultrajantes. Ele foi abertamente erótico e até mesmo autoerótico e "violento" e isso fes as pessoas ficarem temerosas, pois eles tinham medo de sua influência sobre a juventude. Mas é exatamente o público que ele estava procurando e o filme foi calculado para obter a atenção dele, para que a mensagem pudesse ser entregue. A juventude é rebelde porque uma das características do desenvolvimento para a emancipação é encontrar uma maneira de pressionar com o obejetico de se libertar da geração da qual eles estão se emancipando. É um radicalismo essencial e Michael totalmente capitalizou sobre isso um "momento de aprendizado" na história.
A coda, o simbolismo, a sequência, a mensagem são todas deliberadamente subliminar ou ostensiva. Michael tinha algo importante a dizer. Ele já tinha uma plateia. Ele tinha uma mensagem. Os tempos não estavam prontos, então ele os tornou prontos e isso era... Perigoso.
Começando no final desta semana, Inner Michael tratará de Black or White em 3 partes. Uma lição de história é necessária para colocar Black or White em seu contexto histórico e é a informação de fundo essencial para compreender o significado histórico do trabalho de Michael no álbum Dangerous e em Black or White, em particular, e como isso influenciou o mundo. Foi o vídeo mais esperado da história. Foi lançado em todo o mundo, ao mesmo tempo, e mudou o curso deste mundo. Foi deliberada, era genial, era ousada e muito, muito perigosa.
Vamos então olhar através dos olhos do xamã nas metafísicas, arquétipos e símbolos.


Fonte: http://www.innermichael.com/2011/04/black-or-white-2/



Apresentando Michael Jackson: Blood On The dance 15 anos depois


Michael Jackson 'Blood On The Dance Floor', 15 Anos Depois



Em 06 de junho de 1990, o produtor / músico Teddy Riley deveria estar na festa de aniversário do amigo e colega de banda dele. Em vez disso, ele passou a noite em um estúdio Soundworks em na 23 Avenue, em Queens, trabalhando em ranhuras para ninguém menos que o Rei do Pop, Michael Jackson.

"Eu disse [ao grupo] Eu tinha um monte de trabalho a fazer", lembra Riley. "Michael era minha prioridade. Eu estava indo para a Califórnia para conhecê-lo em breve, e ele queria que eu trouxesse o meu melhor trabalho."
Foi uma decisão fortuita.

Mais tarde, Riley soube que alguém foi baleado na pista de dança na festa que ele tinha faltado. Ele ficou abalado. Com apenas 23 anos de idade, a violência e a morte já estavam se tornando um tema recorrente em sua vida. Dentro desse mesmo ano, o meio irmão dele e também o melhor amigo foram mortos.
Riley ficou chocado ao saber do título de Jackson para a música: "Blood on the Dance Floor." "Ele sabia do que ela se tratava mesmo antes de eu lhe contar o que aconteceu naquela noite.” 
A faixa ritmo em que Riley trabalhou naquela noite era agressiva, ameaçadora, intimidadora. Mas não tinha palavras, nem título e nem melodia.
No sábado seguinte ele estava a caminho de rancho Neverland para conhecer Michael Jackson. Riley estava nervoso. Jackson já havia tentado um punhado de pessoas para substituir o lendário produtor Quincy Jones, incluindoLA Reid, Babyface e Loren Bryan. Nenhum ficou.
Jackson tinha grandes esperanças, no entanto, por Teddy Riley, cujo estilo New Jack Swing de street-inflected estava brilhantemente fundido ao jazz, gospel, R & B e hip hop. Na verdade, talvez a sua maior conquista foi na redução do fosso entre R & B e hip-hop,uma ponte, aliás, que Jackson tinha esperança de encontrar, quando estavatrabalhando em Bad.
Jackson ouviu com cuidado as fitas que Riley trouxe com ele e, instantaneamente, amou o que ele ouviu. As faixas utilizavamacordes diferentes do que estava acostumado. Os ritmos eram frescos e nervosos. As batidas balançavam com velocidade e batia como marretas. 
Entre as várias faixas Jackson ouviu naquele dia estava o groove no qual Riley trabalhou na noite da festa. Jacksonnão tinha ideia sobre o contexto. "Ele não sabia nada sobre isso", diz Riley. "Eu nunca lhe disse nada sobre isso." 
Um par de semanas depois, no entanto, Riley diz queficou chocado ao saber do título de Jackson para a música: "Blood on the Dance Floor". Riley ficou arrepiado. "Era como se ele tivesse profetizado da gravação. Ele sentiu a aura da música.” 
Ao longo dos meses subseqüentes, Jackson e Riley começaram a trabalhar febrilmente sobre uma variedade de faixas, às vezes separadamente, às vezes juntos no Larabee Studios, em Los Angeles. "Lembro que ele voltou com a melodia ‘Blood On The Dance Floo’, eu estava meio que, 'Uau!' Ele veio com estas letras e harmonias. Então nós começamos a construir, camada por camada. "
 

 





Ao longo dos meses subseqüentes, Jackson e Riley começaram a trabalhar febrilmente sobre uma variedade de faixas, às vezes separadamente, às vezes juntos no Larabee Studios, em Los Angeles. "Lembro que ele voltou com a melodia ‘Blood On The Dance Floo’, eu estava meio que, 'Uau!' Ele veio com estas letras e harmonias. Então nós começamos a construir, camada por camada. "
 




Riley usou uma bateria eletrônica vintage (o MPC 3000)para a batida. A armadilha foi compactada para trazê-la ("Eu quero isso seco e em seu rosto", Jacksoncostumava dizer). Era um som que usaram em todo o álbum Dangerous. "Ouça ‘Remember the Time’", diz Riley. "É muito similar."

Em última análise, no entanto, "Blood on the Dance Floor" não acabou não entrando em Dangerous. "Ela não estava completamente terminada", diz Riley. "Havi ainda algumas partes vocais faltando. Michael amava a música, mas ele iriaouvi-la e dizer: 'Eu gosto do quevocê fez aqui, mas ainda precisamos disso aqui." Ele era um perfeccionista. "Como as sessões de Dangerous continuaram, outras faixas começaram a ter prioridade, incluindo "Remember the Time" e "In the Closet". Jackson não iria retomar o trabalho em "Blood" até quase sete anos depois. Agora era janeiro de 1997. Jackson estava no meio da History World Tour e tinha decidido visitar Montreux, na Suíça, durante uma pausa entre a primeira e a segunda etapa (de acordo com reportagens, enquanto estava lá, ele também tentou comprar a casa de seu ídolo de longa data, Charlie Chaplin). 

Aqui, em Mountain Studio, Jackson passou a trabalhar na velha demo "Levamos a DAT (Digital Audio Tape) de Teddy e trabalhamos com uma tequipe de quatro homens", lembra o músico Brad Buxer. A colpleta faixa-multipla, com engenharia e mixagem porMick Guzauski, foi modelada de forma muito parecida a última versão que Jacson e Riley gravaram.

"Quando eu a ouvi terminada, eu desejei ter diso o único a concluí-la)”, diz Riley. "Mas Michaelsabe o que quer, e ele estava feliz com isso."


Foi, de certa forma, uma música de dança incomum. Como "Billie Jean", seu temaera sombrio e perturbador (neste caso, uma narrativa sobre ser esfaqueado nas costas no lugar que ele menos suspeita – a pista de dança). Os vocais cortados, ásperos de Jackson evocam um sentimento de mau presságio, como a tela eletro-industrial evoca um ambiente urbano moderno. Ainda assim, a música não parece nada além de sombri. A batida quebra dos alto-falantes como um chicote e o gancho é irresistível.

“Blood on the Dance Floor" foi lançada em 21 de março de 1997. Estranhamente, a canção nem mesmofoi promovida como single nos EUA. Rilei diz que Jackson não se importou neste caso. "Ele imaginou que as pessoas na América iriam encontrá-la, se eles realmente quisessem. Ele não estava preocupado com isso." Globalmente, no entanto, a música floresceu, atingindo o Top Ten em 15 países e bateua 1º posição em três (incluindo o Reino Unido). Também se mostrou madura para remixes e foi frequentemente tocada em boates e rotinas de dança. Excluida de dois álbuns de estúdio importantes de Jackson, daquela década,"Blood", ironicamente, se tornou uma das faixas ritmos dos anos 90 mais duráveis de Jackson.  

Quinze anos depois, o que torna a música original? Pergunto a Riley. "Foi apenas uma canção, direta e agressiva para Michael. Ele sempre empurrava para algo mais forte. Mas o que foi realmente incrível foi como ele pré-meditou a energia da música. Ele sabia do que se tratava mesmo antes de eu lhe contar o que aconteceu naquela noite. eu nunca assisti a algo ou alguém tão poderoso quanto o Michael."

Teddy Riley photo: AP Images

Michael Jackson Top Ten Canções Não-Estúdio


Michael Jackson Top Ten Canções Não-Estúdio


Postado em 14 de abril de 20122





Michael Jackson gravou cargas de material impressionante que não integraram os álbuns regulares de estúdio dele. As razões para deixar faixas de fora eram várias: às vezes simplesmente não havia espaço suficiente, às vezes elas não se encaixavam com o álbum como um todo, e às vezes ele queria continuar trabalhando com elas. Muitas destas músicas, no entanto, eram tão boas quanto as que acabaram entrando no álbum. Infelizmente, isso significava que dezenas de faixas incríveis foram quase completamente ignoradas pelo ouvinte comum de músicas.

Abaixo, então, eu compilei uma lista Top Ten do que eu sinto que são as melhores canções de Michael Jackson não estúdio-álbum. Minhas regras foram incluir somente músicas que a) nunca foram incluídas em seus álbuns originais, e b) foram oficialmente lançadas em alguma capacidade (portanto, temas como "Blue Gangsta", "Maker or Braker", "A Place With No Name", etc não estão incluídas).

As minhas desculpas antecipadamente por inevitavelmente deixar de fora a jóia escondida favorita de alguém. Mas sinta-se livre para votar na enquete.

1. In the Back

Essa música é genial. Coloque em um bom conjunto de fones de ouvido e se maravilhe com as camadas de som. Imagine o que está sendo comunicado com cada instrumento. Ouça a dor em sua voz. "Os sonhos não duram para sempre..."



2 Much Too Soon

Eu acho que esta concorre com "She’s Out of My Life", com expressão mais comovente de Michael de pesar e de amor perdido. Letras bonitas. Autêntica, trágica, humana. Uma das minhas favoritos de todos os tempos.



3. Streetwalker

Como foi essa não está em Bad? Bem, nós sabemos o porquê, mas é um testamento para o talento de Michael que as canções incríveis como esta poderia ser deixada de fora. Grande energia, baixo assassino, harmonias ricas e uma gaita fantástica!



4. Behind the Mask

Esta canção teria sido um grande sucesso em Thriller. Essa pista única com estas camadas de sintetizador, sua aura estranha, pós-moderna e mantras cyborg. Se a versão de Michael tivesse sido finalizada e lançada em 1982, teria sido tao grande quanto "Beat It" (especialmente com um vídeo). Felizmente, a demo original sairá em algum ponto.



5. Scared of the Moon

Uma canção sombria,Blakean, sobre traumas de infância. Muitos dados reveladores são embalados nassombrada obra-prima lírica.



6. Fall Again

Eu me apaixonei por esta música a primeira vez que a ouvi. Linda, melancólica balada. (Bônus: A incrível batida sem cortes no final de Michael apreciando um som incomum)



7. Cheater

Outra excelente canção excluida de Bad. Crua, Funk. Ame o vocal nela, a forma como bate dentro de líricas.E o familiar estalar de dedos.



8. The Way You Love Me

Stevie Wonder adora. O que mais precisa ser dito? Absolutamente sublimes harmonias vocais.



9. Beautiful Girl

Lembra-me, de certa forma, "Liberian Girl". Produção luxuosa, belos vocais. Apenas um pedaço maravilhoso da música.



10. We’ve Had Enough

Michael não obteve créditos suficientes pelas as canções de protesto dele. Este é um apelo apaixonado que constrói lentamente e vividamente, antes de explodir em revolta desesperada no clímax. E o doloroso final "Oh não, oh não ... por que você fez isso?" fala muito.



Honorable Mention: “Someone Put Your Hand Out,” “Fly Away,” “Monkey Business”

Menção Honrosa: "Some One Put Your Hand Out", "Fly Away", "Monkey Business"



No site de Vogel havia uma enquete, mas parece que não há mais, porém ainda deixam comentários sobre quais músicas não gravadas em álbuns (não estou falando de coletâneas) consideram melhores e ainda contam histórias sobre as músicas.



P.S. O que Vogel quer dizer com não estúdio álbum, é que as músicas foram lançadas, mas não foram incluídas em álbuns regulares, como Bad, Dangerous, etc.